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Governo da Bahia

sábado, 20 de outubro de 2018

OPINIÃO: Bolsonaro inicia uma via crucis e se esconde como um foragido da justiça, diz editor do Portal Gongogi


Foto: Charge Clayton Jornal O Povo
Por José Jorge
No limiar do dia das eleições do 2º turno, a campanha presidencial mais dramática da história que favorece o Jair Bolsonaro (PSL) muda de gênero e num ritmo de suspense o ambiente cinematográfico do candidato semideus transforma-se num set de filme de terror.
A narrativa não perpassará por uma dramaturgia aristotélica, mas na ênfase da queda da falsa doutrina proclamada por um ignorante cruel que pregava a moral e os bons costumes da família. A campanha honesta de Jair Bolsonaro foi desmascarada na última semana por uma investigação do Tribunal Superior Eleitoral e pela Policia Federal sobre a indústria de fake News do candidato.
As máquinas da fábrica de mentiras entraram em pane com o cancelamento de 700.000 contas pela própria empresa do Whatsapp, para não ser reincidida em prática criminosa, uma vez que já estar sendo investigada oficialmente, segundo o El Pais, desta forma, encurralaram o candidato mentiroso abrindo os olhos da população e tirando o Brasil de um iminente precipício.
A investigação do TSE e PF visa apurar uma suposta organização clandestina que por um valor milionário oriunda de contribuições ilegais de empresas privadas, uso de caixa 2, dentre outras fontes consideradas crimes eleitorais, atuaram com mensagens mentirosas contra o candidato opositor Fernando Haddad, no sentido de beneficiar Bolsonaro do PSL.
Cai a máscara do falso ator e submerge no maior mar de lama da história politica do país onde o discurso de ética e moral sai do roteiro teatral e o candidato Bolsonaro inicia uma via crucis para se colocar na defensiva e se esconder como um foragido da justiça.
O calvário que o partido invisível queria instalar no Brasil foi interrompido e os programas antissociais do candidato Bolsonaro, que se comprometeu com a privatização e corte de investimentos públicos, inclusive com a Emenda Constitucional que reduz gastos por 20 anos, estão chegando ao fim.
Ainda tentando esconder-se atrás da cortinas que acobertou o incidente da facada, a equipe médica temendo eventuais complicações éticas dispensou o paciente, deixando à sua decisão, a participação dos debates, que até agora recusado pelo candidato “abobalhado”.
A última pesquisa do DataFolha, mais da metade da população, mais precisamente 69%, reafirma os compromissos com a democracia, ensejando que muitos brasileiros mudassem sua postura neste 2º turno receando um novo sistema ditatorial.
Renovado com esperanças, o povo brasileiro, repensa a escolha do candidato e abre fôlego na campanha de Haddad numa proposta democrática em um novo cenário que permite novamente a abertura da valorização popular, devolvendo ao povo a liberdade de andar livremente sem medo, pois na atual conjuntura até o Whatsapp vira uma arma em uma guerra sem lei.
Estar chegando ao fim do 1º ato. (Portal Gongogi)


sexta-feira, 19 de outubro de 2018

TSE ABRE AÇÃO PARA INVESTIGAR USINA DE FAKE NEWS DE BOLSONARO

BRASIL 247 - O Tribunal Superior Eleitoral decidiu na noite desta sexta-feira, 19, abrir investigação a compra de disparos em massa de mensagens anti-PT pelo WhatsApp. A decisão foi do corregedor do TSE, ministro Jorge Mussi.

Como relata da Folha de S. Paulo, o ministro negou o pedido de medidas cautelares feito pelos advogados do PT, que queriam que houvesse busca e apreensão de imediato, e deixou de analisar o pedido de quebra de sigilo das empresas suspeitas.
Em breve mais informações

VOX POPULI: DISTÂNCIA CAI PARA 6 PONTOS

247 - Pesquisa Vox Populi/CUT divulgada na manhã desta sexta-feira aponta: Bolsonaro tem 53% das intenções de voto válidos e Haddad tem 47%. A diferença entre os dois é de apenas 6 pontos percentuais, o que indica que a disputa eleitoral está aberta e o país terá uma reta final emocionante, com uma subida do candidato do PT que tem sido a tônica das últimas eleições. Nos votos totais, considerados brancos, nulos e indecisos, o número é de 44% para Bolsonaro e 39% para Haddad, uma diferença de apenas 5 pontos, com 12% de brancos, nulos e "ninguém" e 5% de "não sabe" e "não respondeu".
O cenário é bem diferente da pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quinta e que havia indicado Bolsonaro com 59% e Haddad com 41% de votos válidos -uma diferença de 18 pontos percentuais. Ou seja: está aberta uma disputa entre os institutos de pesquisas na chegada do segundo turno. A pesquisa Vox/247 feita na véspera do primeiro turno foi a que mais se aproximou do resultado das urnas -leia aqui.
Em votos espontâneos válidos, a pesquisa indica Bolsonaro com 54% e Haddad com 46% - oito pontos percentuais de diferença. Haddad tem 41% de rejeição contra 38% de Bolsonaro. 7% dizem que podem votar em qualquer um dos dois, 8% dizem que não votam em nenhum e 5% não sabem ou não responderam.
Dos entrevistados, 66% acreditam em vitória de Bolsonaro e 24% na de Haddad. 56% disseram ter assistido o horário eleitoral gratuito e 44% disseram que não assistiram. 23% afirmaram que o melhor programa do horário eleitoral gratuito é o de Haddad e 22% disserem que é o de Bolsonaro.
A pesquisa foi contratada pela CUT e contou com 2 mil entrevistas aplicadas em 120 municípios nos dias 16 e 17 (terça e quarta). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, estimada em nível de confiança de 95%. A sondagem foi registrada no TSE com o número BR-08732/2018.

domingo, 7 de outubro de 2018

ASSISTA AO VÍDEO: ELEITORES DE BOLSONARO USAM ARMAS PARA VOTAR;

Portal Forum,  via Brasil24 - Eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) estão levando para a cabine de votação armas de fogo. Além disso, ainda fotografam e gravam vídeos dos revólveres. Ou seja, tudo que a justiça eleitoral não permite, caracterizando crime eleitoral. Essas imagens estão viralizando nos grupos de apoiadores do candidato militar. Assista o vídeo de um deles abaixo.
Uma das imagens mostra um revólver em cima da urna eletrônica. O local é a Escola Estadual Professor Mauricio Brum, que fica em São João do Meriti, no Rio de Janeiro. No vídeo, um homem vota teclando os números de Bolsonaro com o cano da arma.
Crime incentivado
A atitude de fotografar e filmar a cabine de votação, e ainda com armas, foi uma resposta dos apoiadores de Bolsonaro a um apelo de seu filho, Eduardo Bolsonaro, candidato a deputado federal pelo PSL. Ele pediu, em suas redes sociais, para que os eleitores do pai gravem e filmem ao vivo seus locais de votação, o que é crime eleitoral.
A Lei Eleitoral 4737/65 proíbe que se tire qualquer tipo de foto ou grave vídeos durante a votação, incluindo fotos da urna e selfies na cabine.


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