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Governo da Bahia

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Ilhéus: Ballet da Periferia encantam o Teatro Municipal com a beleza dos corpos que transcendem o mistério da vida.

Foto: Facebook
Preservar a Vida no Bailar das Águas é sentir a brisa mansa no corpo inocente que dança o ministério trinitário e encanta os laços fraternos. 

No último sábado (17/06), o Teatro Municipal de Ilhéus ficou pequeno para acolher a beleza e a emoção transmitida pelos diversos corpos que bailavam a alegria do Grupo de Dança da ACEAI, localizada no Bairro Nossa Senhora das Vitória, na periferia de Ilhéus, no sul da Bahia.

O espetáculo de Ballet "Preservar a Vida no Bailar da Águas", com um elenco de quase cem crianças, jovens e adolescentes, dirigido pela professora Elane Cagé  e co-dirigido pelos alunos Wanderson e Beatriz, trouxe a Ilhéus uma dança reinventada, num espetáculo de passos improváveis misturando o ballet clássico e a beleza de movimentos da tradição popular.



Cada cena e cada passo transformaram num sinônimo de emoção nos olhos dos expectadores. Os sorrisos, o olhar lacrimejado e os arrepios fizeram parte de um show da periferia que transcendeu o poder místico das águas num verdadeiro culto à natureza.

O espetáculo trouxe em seus figurinos a dedicação da professora Elane Cagé e voluntárias que dedicaram vários dias para aproveitarem materiais reciclados e mostrar que é possível a conscientização a partir da prática da preservação ambiental.



O projeto conta com a coordenação de Elinalva Barros (Suy), Pedro Henrique e Ana Lúcia (Aninha) e a ACEAI é uma iniciativa das Irmãs Missionárias da Santíssima Trindade, que se fizeram presentes no evento nas pessoas de Ir. Lourdes Barroso e Luzia Marciano e tem o apoio de várias empresas, organismos e pessoas. O evento contou a presença de familiares do elenco e de pessoas de vários lugares, a exemplo de Giorgio Scarafile (Italia), Edneide Oliveira (Ágata Esmeralda) e Katia Xavier (Conexão Vida).

A importância da diversidade do grupo de dança fez com que virasse objeto de estudo da dissertação de mestrado de Juciara Perminio, que é voluntária da entidade, e discute na pesquisa a temática: "Produzindo corpos e pertencimentos étnicos em um grupo de dança em Ilhéus".










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