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Governo da Bahia

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

GONGOGI: Prefeitura proibe construções de casas no município e o povo acusa o prefeito de perseguições.

Foto: Portal Gongogi

“Ele disse que vai derrubar as nossas casas, pensando que todo mundo dali foi oposição, mas esquece que ele é prefeito de todos e muita gente ali está tendo pela primeira vez a oportunidade de ter um teto para colocar a cabeça dos filhinhos embaixo”, diz emocionada uma das moradoras
 A comunidade do loteamento denominado Bairro Modelo procurou a redação para apresentar uma denúncia acusando o prefeito de Gongogi, Edvaldo dos Santos (PR), o Kaçulo, de proibir, de forma arbitrária, a construção de casas no município.

Segundo a denúncia, no mês de junho, houve uma audiência pública com o executivo e legislativo municipal e moradores do referido bairro para discutir a situação da localidade e encaminhar a possibilidades para a sua regularização, no entanto, segundo o denunciante (que pretende não se identificar), disse que o prefeito Kaçulo proibiu as edificações e ameaçou derrubar as construções de quem desobedece ao ato administrativo.


Para legitimar o prenúncio do ato, o gestor municipal publicou no portal oficial do município o Decreto nº 117, que proíbe qualquer tipo de construção no Bairro Modelo. “Ele disse que vai derrubar as nossas casas, pensando que todo mundo dali foi oposição, mas esquece que ele é prefeito de todos e muita gente ali está tendo pela primeira vez a oportunidade de ter um teto para colocar a cabeça dos filhinhos embaixo”, diz emocionada uma das moradoras, “Se ele teve oportunidade de ter casa tudo bem, mas, pelo amor de Deus, deixa a gente construir o nosso barraco”, conclui.


Os moradores do loteamento disseram que estão organizados em associação, que foi enfraquecida com as ameaças do prefeito atual e de um vereador que não quiseram revelar o nome e acusam ainda o município de proteger um loteamento vizinho, pertencente a um empresário de Ipiau, alegando que se é para exigir a regularização que seja para todos.

Segundo os moradores as construções não estão sendo edificadas em áreas de risco, por isso não justifica o Ato Administrativo editado pelo governo municipal, mas hesitam em reclamar com medo de perseguições.


A população esperava que o gestor municipal tivesse uma decisão mais racional, tomando decisões de forma democrática e apresentando alternativas para resolver o problema da política habitacional do município, uma vez que desconhece o Plano Diretor e o prefeito não apresenta quais os problemas para a proibição, pois a regularização é de competência do município.

Nossa redação não conseguiu contato com o prefeito municipal até o fechamento desta matéria.

Acesse o Decreto no Diário Oficial clicando aqui




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