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Governo da Bahia

domingo, 23 de setembro de 2018

"Não vamos admitir violência, intolerância, porque essa não é a nossa cultura", diz Haddad em Peernambuco.


O candidato a presidente do PT, Fernando Haddad, acompanhado da candidata a vice-presidente, Manuela D'Ávila (PCdoB), afirmou para os pernambucanos neste sábado (22), que não vai admitir a violência e trará a felicidade através de um projeto nacional que olhe para quem mais precisa.
Inconformado coma prisão de Lula, Haddad, falou de sua indignação pela injustiça cometida ao cara que mais amou e se doou ao Brasil em 50 anos de história pública ao lado do povo brasileiro, momento em que foi interrompido pelo gritos “Lula livre”.
Haddad falou de Lula e se disse inconformado. "O que me indigna saber é que o cara que mais amou o Brasil, mais se doou, em quase 50 anos de história pública ao lado povo brasileiro, é hoje o cara mais injustiçado". Foi interrompido pelo público, que gritava "Lula livre".
"Não queremos revanchismo. E queremos só dar um recado: o negro vai ser respeitado, a mulher vai ser respeitada, o nordestino vai ser respeitado. Um recado para nosso amigo ali: se a mulher cria o filho sozinha vai receber mais atenção da gente. Se a avó cuida do neto sozinha, ela vai receber carinho do Lula de novo, porque ele nunca deixou de olhar para quem mais precisa", afirmou o candidato petista.
E o candidato do ex-presidente fez um convite aos pernambucanos. "Vocês sabem que sou formalmente o advogado de Lula e hoje vou estabelecer cada um de vocês pra ser advogado de Lula. Não é justo o que está acontecendo. Até a ONU recomendou que ele concorresse, mas o medo é que ele ganhasse no primeiro turno. Lula não é só pessoa. É um projeto. É uma visão de futuro, o sonho do jovem, da mulher negra, de um brasil diferente dos 500 anos de tradição".
Fernando Haddad fez uma pequena coletiva de imprensa ao final do ato, em Recife. Ele fez questão de falar sobre mobilidade urbana. (Portal Gongogi)
Assita ao vídeo do Brasil 247
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