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AM: Cresce a violência contra a mulher no Amazonas

AM: Cresce a violência contra a mulher no Amazonas

Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), no ano de 2025 houveram 35.037 ocorrências de violência doméstica contra as mulheres no estado. Além disso, o número de medidas protetivas solicitadas no Amazonas em 2025 ultrapassou 12 mil, o que representa um recorde histórico.

De acordo com os dados, Manaus está no epicentro dessa opressão e liderou os números de violência doméstica contra as mulheres em todos os meses do ano, onde seus 22.133 casos representam mais de 60% dos registros. Em comparação com o segundo município com mais casos, Japurá, Manaus tem 20.516 casos a mais.

Embora os números oficiais tenham diminuído entre 2024 e 2025, a violência doméstica contra a mulher aumentou drasticamente nos últimos dez anos, de acordo com levantamento do Centro Integrado de Estatísticas de Segurança Pública (CIESP);

O número recorde de 12,3 mil medidas protetivas solicitadas no Amazonas também representa o aumento na violência contra a mulher, embora os reacionários da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), conhecidos pelo mau-tratamento nas delegacias às mulheres em situação de violência doméstica e sexual, tenham corrido à imprensa burguesa para vangloriar suas supostas contribuições para o enfrentamento desse tipo de opressão.

A violência contra a mulher cresce em todo o país

A escalada da violência contra a mulher não se limita ao âmbito estadual: casos de feminicídios brutais como o da jovem Taynara Souza Santos – atropelada, arrastada, e que teve suas pernas amputadas antes de falecer;  o assassinato de uma mãe e seus quatro filhos em pernambuco, e o duplo feminicídio dentro do Cefet/RJ, representam o aumento alarmante da violência contra a mulher em todo o país.

SP: Manifestação na Zona Norte exige justiça por Taynara Souza, vítima de tentativa de feminicídio – A Nova Democracia

anovademocracia.com.br

O Movimento Feminino Popular (MFP) destaca, em declaração recente, que “a violência sexual e o feminicídio, como parte da repugnante opressão feminina, tem sua base no surgimento da propriedade privada e na sociedade de classes, com o estabelecimento da família monogâmica patriarcal.”, acrescentando que “quando fatos e dados chocantes vem à tona e tornam-se debate na opinião pública são explorados exaustivamente pelos monopólios de comunicação (os grandes grupos de cadeias noticiosas), porém, estes os condenam como se fossem um desvio de conduta individual, e não como parte da ética e moral hipócrita das classes dominantes, que justificam a opressão da mulher”. 

A mulher e a revolução

Apresentação: Neste livro a Editora Seara Vermelha traz uma coletânea de textos sobre a questão da mulher e a luta de classes em alguns processos revolucioná…

Fonte: anovademocracia.com.br

Publicado em: 2026-01-11 11:11:00 | Autor: Giovanna Maria |

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