A derrota do Galo para o Flamengo deixou os ânimos do elenco exaltado, mas Cuca garante cabeça fria para próximos jogos
A reta final do Campeonato Brasileiro promete fortes emoções para o time comandado pelo técnico Cuca. Principalmente no segundo tempo do jogo de sábado (30), contra o Flamengo, o time do Atlético se mostrou bastante nervoso em campo ao não conseguir reverter o resultado ruim. Nos últimos jogos do Brasileirão, manter a tranquilidade é fundamental para tudo sair como previsto.
Torcida e jogadores alvinegros estão ansiosos para conquistarem o Campeonato Brasileiro e zerar a fila de 50 anos desde o título já conquistado do nacional, mas o nervosismo demonstrado pelo elenco em campo contra o Flamengo no Maracanã, precisa ser controlado e o técnico Cuca tentou acalmar os ânimos dos jogadores no decorrer do jogo.
Por diversas vezes durante o segundo tempo, enquanto o Galo errava muitos passes na tentativa frustrada de empatar o jogo, o treinador se direcionava aos jogadores pedindo calma. De acordo com Cuca, os jogadores estavam decepcionados também com a atuação da arbitragem, além de sentirem a pressão de reverter o placar.
“Nós estávamos errando passe e reclamando de si próprio. Isso acontece, então tem que tentar se concentrar no jogo e saber que o passe ou erro faz parte do jogo. Tava pedindo calma. O time não fez uma má partida, não fez um jogo nervoso. Reclama-se na arbitragem, não em lances de jogo, porque foi muito boa, mas da passividade. Os jogadores ficaram nervosos em campo pela passividade da arbitragem em cima da cera que o Flamengo fez, foi só isso”, disse Cuca.
Na sequência do Brasileirão, o Galo terá três jogos disputados em casa, com a presença da torcida no Mineirão. O primeiro, nesta quarta-feira (3), será contra o Grêmio, pela 19ª rodada atrasada. O treinador acredita na força da torcida para conseguir colocar o Galo “nos trilhos”.
“A torcida do Flamengo foi decisiva na grande parte do jogo, sabendo jogar com o time, como a nossa também faz no Mineirão e quarta vai fazer da mesma forma. Ela é o nosso carro-chefe, que nos direciona, que nos incentiva, que quer tanto esse título, junto da gente. Ninguém está satisfeito, mas faz parte do jogo. Vamos levantar a guarda, porque quarta tem mais. O luto no futebol é de um dia e no outro você já tem que viver”, afirmou o treinador.
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