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Trump publica decreto com tarifas a partir de 10% e confirma Brasil como o mais afetado

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Trump publica decreto com tarifas a partir de 10% e confirma Brasil como o mais afetado

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O decreto do presidente Donald Trump com as novas tarifas sobre a importação de produtos globais pelos Estados Unidos foi assinado nesta quinta-feira (31) e… 01.08.2025, Sputnik Brasil

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Conforme o texto, para além do Brasil, único país que recebeu a alíquota de 50%, as novas tarifas variam entre 10% e 41%. Além disso, o texto elevou a taxa do Canadá de 25% para 35%, diferentemente do anunciado anteriormente.Entre as maiores tarifas de importação, estão os produtos de países como Síria (41%), Suíça (39%) e África do Sul (30%).Além disso, o decreto prevê o início do tarifaço a partir do dia 7 de agosto e também excluiu a China, que segue em negociações com os Estados Unidos e teve a medida prorrogada por mais três meses. Veja abaixo os países atingidos:Alckmin defende negociações entre Brasil e EUAMais cedo, o vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que a negociação com os EUA está apenas começando, e que o governo prepara ações para preservar empregos e buscar soluções diante das novas tarifas.O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que, apesar da formalização das novas tarifas norte-americanas, o Brasil ainda vê espaço para negociação com os Estados Unidos. Para ele, o decreto não encerra o diálogo e representa um “perde-perde”, prejudicando tanto os mercados brasileiros quanto os consumidores norte-americanos.O tarifaço, assinado por Donald Trump, elevou para 50% a alíquota de diversos produtos brasileiros, mas excluiu quase 700 itens ligados a setores estratégicos como o agronegócio, energia e aeronáutica. Segundo a Amcham Brasil, cerca de 43% das exportações realizadas no último ano não foram afetadas.

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O decreto do presidente Donald Trump com as novas tarifas sobre a importação de produtos globais pelos Estados Unidos foi assinado nesta quinta-feira (31) e inclui 70 países, blocos ou territórios.

Conforme o texto, para além do Brasil, único país que recebeu a alíquota de 50%, as novas tarifas variam entre 10% e 41%. Além disso, o texto elevou a taxa do Canadá de 25% para 35%, diferentemente do anunciado anteriormente.
Entre as maiores tarifas de importação, estão os produtos de países como Síria (41%), Suíça (39%) e África do Sul (30%).

Além disso, o decreto prevê o início do tarifaço a partir do dia 7 de agosto e também excluiu a China, que segue em negociações com os Estados Unidos e teve a medida prorrogada por mais três meses. Veja abaixo os países atingidos:

Bósnia e Herzegovina: 30%
República Democrática do Congo: 15%

Alckmin defende negociações entre Brasil e EUA

Mais cedo, o vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que a negociação com os EUA está apenas começando, e que o governo prepara ações para preservar empregos e buscar soluções diante das novas tarifas.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que, apesar da formalização das novas tarifas norte-americanas, o Brasil ainda vê espaço para negociação com os Estados Unidos. Para ele, o decreto não encerra o diálogo e representa um “perde-perde”, prejudicando tanto os mercados brasileiros quanto os consumidores norte-americanos.
O tarifaço, assinado por Donald Trump, elevou para 50% a alíquota de diversos produtos brasileiros, mas excluiu quase 700 itens ligados a setores estratégicos como o agronegócio, energia e aeronáutica. Segundo a Amcham Brasil, cerca de 43% das exportações realizadas no último ano não foram afetadas.
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Fonte: noticiabrasil.net.br

Publicado em: 2025-08-01 00:56:00 | Autor: |

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