Neste 3 de março, a resistência nacional do Irã lançou a 92º onda da “Operação Promessa Verdadeira 4”. Foram realizados ataques combinados com mísseis balísticos e drones contra sistemas de radar e equipamentos navais do Grande Satã, Estados Unidos, e do pequeno Satã, “israel”, em todo o Oriente Médio.
Segundo um comunicado oficial, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã anunciou que a ofensiva “combinada e relâmpago”, realizada desde a madrugada por suas forças navais e aeroespaciais, teve como alvo sistemas de radar e equipamentos navais ligados ao imperialismo ianque e à entidade nazi-sionista “israel” na região.
O texto afirma que, em uma primeira fase, foi atacada uma concentração de embarcações anfíbias ianques no porto de Al-Shuyuj, no Kuwait, por meio de mísseis balísticos. Também foi informado o impacto contra um radar de alerta antecipado de longo alcance, identificado como AR-327, localizado na área de Yabal al-Dujan, no Bahrein, após um ataque com drones. O sistema de radar, acrescenta a nota, foi completamente destruído.
Simultaneamente, as forças aeroespaciais iranianas anunciaram ter lançado dois mísseis balísticos contra a base aérea de Ramat David, onde abrigam esquadrões de caças F-16 da entidade sionista, situados no sudeste de Haifa, norte da Palestina ocupada.
A declaração da resistência acrescenta que, como parte da mesma ofensiva, foram empregados mísseis com múltiplas ogivas — incluindo o modelo Joramshahr-4 — para atacar mais de 50 pontos no coração do ninho sionista Tel Aviv, dentre outras áreas ocupadas.
Além disso, a Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter derrubado um segundo caça furtivo F-35 no espaço aéreo central do Irã, pertencente ao esquadrão Lakenheath.
Os êxitos militares da ofensiva iraniana se expressam nas ondas anteriores. Em 1º de abril, enquanto o canibal Donald Trump bravateava seus delírios, o Irã lançou a 91ª onda da “Operação Verdadeira Promessa 4”. Siderúrgicas ianques em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), fábricas de alumínio no Bahrein, assim como instalações de armas da Rafael e esconderijos de forças ianques perto de Manama foram alvos certeiros do Irã. A Guarda Revolucionária Islâmica anunciou que dezenas de “terroristas do EUA” foram mortos ou feridos por mísseis e drones, com áreas isoladas e evacuações em curso.
Essa ofensiva responde a ataques recentes contra indústrias do Irã, que mataram operários iranianos, ignorando alertas prévios da Guarda Revolucionária. O comunicado dedicou a operação às famílias das vítimas e advertiu que repetições de agressões resultarão em respostas mais severas contra infraestrutura essencial sionista e indústrias econômicas ianques na região. Além disso, criticou o presidente ultrarreacionário Donald Trump por ameaças que poderiam estender o raio do conflito.
Na segunda fase, bases aéreas sionistas (Tel Nof, Palmachim, Ben Gurion) e centros militares em áreas da ocupação sionista, como Tel Aviv, Haifa e Eilat, foram destruídos com mísseis balísticos e drones, assim como bases ianques em Ahmad Al Jaber, Ali Al Salem, Al-Kharj e o radar de Al-Dhafra (EAU). A Guarda Revolucionária descreveu a ação como retaliação a assassinatos e bombardeios contra cidades iranianas, chamando a noite anterior de “pesadelo” para forças inimigas e prometendo continuidade na destruição de infraestruturas de “terror”.
Movimento de resistência AnsarAllah lança sua terceira operação no conflito em conjunto com o Hezbollah e o Irã
O Iémen realizou sua terceira operação militar, batizada de “Batalha da Santa Jihad”, atacando alvos sensíveis sionistas no sul da Palestina ocupada com mísseis balísticos. O porta-voz das Forças Armadas, Brigadeiro-General Yahya Sari, anunciou que a ação foi bem-sucedida e coordenada com o Irã e o Hezbollah. Essa ofensiva apoia as frentes de resistência no Irã, Iraque, Líbano e Palestina, em resposta ao aumento de agressões inimigas contra essas regiões.
As Forças Armadas iemenitas ainda alertaram que o envolvimento militar se intensificará com mais crimes ou ataques do inimigo, e as operações continuarão até o fim da agressão e do cerco. A entrada oficial do Iémen na guerra ocorreu no dia 28 de março, com o primeiro ataque de mísseis balísticos contra “Israel”, seguido pela segunda operação no dia 29 de março, que usou mísseis de cruzeiro e drones contra alvos militares vitais no sul do território palestino ocupado.
Simultaneamente aos ataques iemenitas, o Hezbollah lançou operações contra o norte da Palestina ocupada, acionando sirenes de alerta aéreo em áreas como Misgav Am, Kiryat Shmona e arredores. O grupo também reivindicou ataques com mísseis ao complexo industrial militar de Yodfat, em Haifa, e à base estratégica de Mahanaim, a leste de Safed, usada para unidades blindadas e treinamento de combate. Nas últimas 24 horas, o Hezbollah realizou 45 operações em zonas de fronteira e interior do território inimigo, atingindo alvos a até 40 km de profundidade.
De acordo com o Canal 13 do monopólio de imprensa sionista, desde a manhã, Irã, Hezbollah e o movimento AnsarAllah dispararam cerca de 50 mísseis contra alvos do “regime sionista” nos territórios palestinos ocupados, intensificando o confronto no norte.
Pôster ‘Resistance is not terrorism’
Artista: @versophilia Impressão em Papel Couche 250g Dimensões: 42cm x 29,7cm (Padrão A3) 29,7cm x 21cm (Padrão A4) 21cm x 14,8cm (Padrão A5)
Publicado em: 2026-04-03 16:18:00 | Autor: Redação de AND |

